Augusto N. Sampaio Angelim

O escritor é um homem que mais do que qualquer outro tem dificuldade para escrever. T. Mann

Livro de Visitas

Elen Nunes - 20/02/2010 01h43
Obrigada pelo convite logo acatado por mim.Não desprezo uma boa leitura e seus textos merecem aplausos.Vc é um excelente escritor.Meu abraço.
 
Márcio Oliveira - 28/01/2010 09h56
Prezado Augusto, Por acaso, pesquisando no Google, cheguei à sua página pesquisando por partidos políticos e Maurice Duverger. Tendo me interessado principalmente pelos textos jurídicos, não perdi, entretanto, a oportunidade de ler diversos textos de sua autoria disponíveis no site. São textos de excelente qualidade, não somente pela qualidade gramatical ou ortográfica, mas sim, pela grandiosidade da(s) mensagem(ns) que o(s) acompanha(m). Espero retornar para novas visitas. Parabéns e Grande abraço!
 
isabel angelim - 27/01/2010 22h28
Adorei \" A mulher pendurada\", como os demais,muito bem escrito. Parábens!
 
Sônnia Jucá - 06/01/2010 11h59
Obrigada...Feliz 2010!
 
isabel sampaio angelim - 10/12/2009 18h15
Meu caro Irmão, Como você é especial, estranho às vezes é certo, pelos sumissos, opções afetivas... Mas como sua grandeza humana é nítida ! É humano demasiadamente humano, por isso mesmo assim: belo, estranho, indescritível, compreensível, etc, etc. Tenho muita alegria e satisfação de tê-lo como irmão, e como irmão mais velho, que sempre comigo foi sinônimo de carinho e compreensão. Os textos são muito bem escritos. Parábens! Um forte abraço, da sua mais queirda irmã (kkkk)
 
eliecio alves bandeira de - 29/09/2009 08h08
A confraria do café agradece ao Nobre Confrade pela Homenagem feita A Seu Abdias, ficará sempre entre nós a sua presença sempre serena que só os Homens de Bem sempre a conserva
 
Rejane Arraes - 11/09/2009 14h37
Essa nudez que as palavras nos posiciona é arte dos corajosos! E vc é isso para mim! Parabens! Um bjo
 
carlos erico - 30/01/2009 02h15
Fiquei surpreso quando, perambulando pela web, encontrei este sítio. Apreciei muito a apresentação e cheguei a ler “recordações de antigas festas de serrita” – não li outros em razão do adiantar da hora (01:00) –, gostei do texto e, também, lembrei dos vaqueiros que serelepes no alvorecer passavam trôpegos ao anoitecer...pelo menos naqueles tempos eles tinham um dia ou uma noite, pois, naqueles idos sempre se dizia “a noite dos vaqueiros”, em que pese figuras estranhas à lida intentarem apropriação indébita, travestidos como se um deles fosse. Um beijo e abraço, Seu irmão Truit (já que os tempos são os remotos).
 
Cristina Bernardes - 23/10/2008 14h44
Tentei encontrar alguma informação sobre a Inés de Balbatua, a musa de Goya no filme do Millos Foreman, a fim de checar se realmente havia vivido, etc. Nessa busca, encontrei o seu texto por acaso! Foi uma ótima surpresa! Você escreve super bem e como estou totalmente de acordo com as as idéias que expressou, a leitura foi mesmo um prazer!
 
Dione Rivas - 02/08/2008 13h40
obrigada, sempre costumo ler os textos que você me manda.


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